quinta-feira, 8 de junho de 2017

domingo, 4 de junho de 2017

Norma ISO 9001 de 2015

Apresenta-se como um referencial unanimemente aceite e adaptável a todos os tipos de alojamento. Permite realizar a gestão da qualidade de acordo com princípios e requisitos que permitem obter uma certificação reconhecida e reconhecível em todo o mundo.
Pense nisso!
Se precisar de ajuda, já sabe: correio@qualdouro.com

sexta-feira, 31 de março de 2017

Investimento anunciado

FERROVIA 2020.Governo anuncia investimento de 2,7 mil milhões de euros na ferrovia até 2020. https://www.linkedin.com/pulse/ferrovia-2020-jos%C3%A9-lu%C3%ADs-borrego-faleiro

segunda-feira, 13 de março de 2017

Cape Safety: Empresários de restauração aplaudem impacto da certificação de qualidade

http://www.expressodasilhas.sapo.cv/economia/item/52420-cape-safety-empresarios-de-restauracao-aplaudem-impacto-da-certificacao-de-qualidade

O projecto Cape Safety, lançado em 2015, teve um impacto positivo nos restaurantes participantes, garantem os proprietários. A primeira fase da iniciativa, que teve como objectivo dar maior garantia de qualidade e segurança alimentar, terminou em 2016, envolvendo 10 restaurantes no Sal e 12 na Boavista. Segue-se a segunda etapa. 

segunda-feira, 6 de março de 2017

Também é daquelas pessoas a quem sai sempre a fava?

Calhando-nos em vez a realização de micro auditorias de conformidade legal em diversos locais afastados da sede, coube‑nos tomar a opção de fazer tal serviço durante o fim-de-semana.

Havia que marcar o hotel.

Lá aparecia no pedido a caracterização do serviço pretendido: quarto duplo, regime APA, número de pax e data de check-in e duração da estada. Pedia também a opção de meia‑pensão.

Na resposta uma cuidada confirmação de reserva, por escrito, bem lavrada, com muitas palavras (a desencorajar o leitor da dita), e com um detalhe que não passou despercebido: o quarto proposto era um twin. Não obstante, aceitei. Com emenda ao contrato.

Como essa confirmação incluía a meia‑pensão, que não desejava, acabei por ter que pedir desculpa e referir que iria proceder ao pagamento (prévio, discutível) da confirmação da reserva. O que não queria, dizia eu, era um twin. Estava claro que queria um duplo.

Sai nova rodada de confirmação (agora sem meia‑pensão) e…com o twin.

Ei! Estou falar e não me escutam? Eu quero um quarto DUPLO!

Pois, não temos. Pois, não quero. E decerto aquela cadeia vai perder a minha preferência…

Quem viveu a norma de (garantia) da qualidade (ISO 9002) ainda se lembra da expressão «análise do contrato»: Perceber o que o cliente quer, ter a certeza que tem capacidade de fornecer e – digamos assim - confirmar perante o cliente que sim senhor, venha daí.

Um argumento FORTE da certificação da qualidade é o facto das organizações demonstrarem capacidade para fornecerem produtos de acordo com

- os requisitos explicitados pelo cliente (ou os explícitos)

- os requisitos implícitos

- os requisitos legais (dizendo de forma simplificada).



Ali, no 8.2.2 da norma ISO 9001 de 2015:

8.2.2 Determinação dos requisitos para produtos e serviços

Ao determinar os requisitos relacionados com os produtos e serviços a propor aos clientes, a organização deve assegurar, que:

a) os requisitos de produtos e serviços são definidos, incluindo:

1) quaisquer exigências estatutárias e regulamentares aplicáveis;

2) os que a organização considera serem necessários;

b) pode satisfazer as alegações relativas aos produtos e serviços que propõe.




Descartada a hipótese 1, pôs-se a correr o plano de contingência e procurou-se alternativa.

Feito o check-in nessa alternativa, o ar condicionado não aquecia o quarto (e ao lado, a neve abundava) e o cheiro da casa‑de‑banho era insuportável.

Se ainda tinham dúvidas sobre o que são os «requisitos implícitos», agora já não esquecem: é cheiro de fossa em casa‑se‑banho de um quatro estrelas.

Sobre requisitos legais não me pronuncio: é que o contrato era com a empresa a quem facturamos o serviço. E ter 10 relatórios na fila não nos permite falar em «requisitos legais».

E há quem continue a entender os sistemas de gestão da qualidade como perda de tempo…



Arquivo do blogue