terça-feira, 27 de abril de 2010

O turismo de Portugal e sistemas de qualidade no turismo

A implementação de um sistema de qualidade turística constitui um dos projectos do Plano Estratégico Nacional do Turismo.A concorrência acrescida, em que a diferenciação é determinante, faz depender a competitividade dos países e dos destinos regionais da concepção de um sistema de qualidade para o ciclo de vida dos produtos turísticos, abrangendo a qualidade dos destinos, dos produtos e das empresas.
Nesse processo devem ser tidas em linha de conta as tendências da procura e a prossecução de objectivos de diversificação, de diferenciação da oferta e atenuação da sazonalidade.


A qualidade é hoje um tema central para os vários actores do sistema turístico, em que o envolvimento dos órgãos centrais da administração pública e, em particular do Turismo de Portugal, I.P., na sua qualidade de autoridade turística nacional, em articulação com as instâncias nacionais do Sistema Português da Qualidade, surge como decisivo para apoiar e enquadrar as iniciativas do sector privado.

A intervenção da administração central permite ainda harmonizar critérios e projectar uma imagem global da qualidade do destino Portugal e das marcas regionais, criando referenciais e beneficiando todos os intervenientes no sector.

No sentido de responder a esta preocupação, o Turismo de Portugal, I.P., tem colaborado com o Sistema Português de Qualidade, em questões de normalização no domínio do turismo, presidindo à Comissão Portuguesa de Normalização para o Turismo – CT 144 –, estrutura que acompanha e valida o processo europeu de normalização e através da qual Portugal aderiu ao Comité Técnico para os Serviços Turísticos – TC 228 –, criado em 2005, no âmbito da International Organization for Standardization (ISO).

A relevância desta temática justificou ainda a inclusão no Plano Estratégico Nacional do Turismo de um Programa de Qualidade para o Turismo que permita, através da definição de standards de qualidade turística para destinos, produtos, organizações, serviços e recursos humanos, que Portugal se posicione como destino de elevada qualidade de serviço no contexto internacional.

Por fim, salienta-se que Portugal assegura, através do Turismo de Portugal, I.P., a Presidência do Comité para a Qualidade e Comércio da OMT.

A concorrência acrescida, em que a diferenciação é determinante, faz depender a competitividade dos países e dos destinos regionais da concepção de um sistema de qualidade para o ciclo de vida dos produtos turísticos, abrangendo a qualidade dos destinos, dos produtos e das empresas. Nesse processo devem ser tidas em linha de conta as tendências da procura e a prossecução de objectivos de diversificação, de diferenciação da oferta e atenuação da sazonalidade.

A qualidade é hoje um tema central para os vários actores do sistema turístico, em que o envolvimento dos órgãos centrais da administração pública e, em particular do Turismo de Portugal, I.P., na sua qualidade de autoridade turística nacional, em articulação com as instâncias nacionais do Sistema Português da Qualidade, surge como decisivo para apoiar e enquadrar as iniciativas do sector privado.

A intervenção da administração central permite ainda harmonizar critérios e projectar uma imagem global da qualidade do destino Portugal e das marcas regionais, criando referenciais e beneficiando todos os intervenientes no sector.

No sentido de responder a esta preocupação, o Turismo de Portugal, I.P., tem colaborado com o Sistema Português de Qualidade, em questões de normalização no domínio do turismo, presidindo à Comissão Portuguesa de Normalização para o Turismo – CT 144 –, estrutura que acompanha e valida o processo europeu de normalização e através da qual Portugal aderiu ao Comité Técnico para os Serviços Turísticos – TC 228 –, criado em 2005, no âmbito da International Organization for Standardization (ISO).

A relevância desta temática justificou ainda a inclusão no Plano Estratégico Nacional do Turismo de um Programa de Qualidade para o Turismo que permita, através da definição de standards de qualidade turística para destinos, produtos, organizações, serviços e recursos humanos, que Portugal se posicione como destino de elevada qualidade de serviço no contexto internacional.

Por fim, salienta-se que Portugal assegura, através do Turismo de Portugal, I.P., a Presidência do Comité para a Qualidade e Comércio da OMT.

Sistemas de Qualidade no Turismo


A implementação de um sistema de qualidade turística constitui um dos projectos do Plano Estratégico Nacional do Turismo.A concorrência acrescida, em que a diferenciação é determinante, faz depender a competitividade dos países e dos destinos regionais da concepção de um sistema de qualidade para o ciclo de vida dos produtos turísticos, abrangendo a qualidade dos destinos, dos produtos e das empresas.

Nesse processo devem ser tidas em linha de conta as tendências da procura e a prossecução de objectivos de diversificação, de diferenciação da oferta e atenuação da sazonalidade.

A qualidade é hoje um tema central para os vários actores do sistema turístico, em que o envolvimento dos órgãos centrais da administração pública e, em particular do Turismo de Portugal, I.P., na sua qualidade de autoridade turística nacional, em articulação com as instâncias nacionais do Sistema Português da Qualidade, surge como decisivo para apoiar e enquadrar as iniciativas do sector privado.

A intervenção da administração central permite ainda harmonizar critérios e projectar uma imagem global da qualidade do destino Portugal e das marcas regionais, criando referenciais e beneficiando todos os intervenientes no sector.

No sentido de responder a esta preocupação, o Turismo de Portugal, I.P., tem colaborado com o Sistema Português de Qualidade, em questões de normalização no domínio do turismo, presidindo à Comissão Portuguesa de Normalização para o Turismo – CT 144 –, estrutura que acompanha e valida o processo europeu de normalização e através da qual Portugal aderiu ao Comité Técnico para os Serviços Turísticos – TC 228 –, criado em 2005, no âmbito da International Organization for Standardization (ISO).

A relevância desta temática justificou ainda a inclusão no Plano Estratégico Nacional do Turismo de um Programa de Qualidade para o Turismo que permita, através da definição de standards de qualidade turística para destinos, produtos, organizações, serviços e recursos humanos, que Portugal se posicione como destino de elevada qualidade de serviço no contexto internacional.

Por fim, salienta-se que Portugal assegura, através do Turismo de Portugal, I.P., a Presidência do Comité para a Qualidade e Comércio da OMT.

A concorrência acrescida, em que a diferenciação é determinante, faz depender a competitividade dos países e dos destinos regionais da concepção de um sistema de qualidade para o ciclo de vida dos produtos turísticos, abrangendo a qualidade dos destinos, dos produtos e das empresas. Nesse processo devem ser tidas em linha de conta as tendências da procura e a prossecução de objectivos de diversificação, de diferenciação da oferta e atenuação da sazonalidade.

A qualidade é hoje um tema central para os vários actores do sistema turístico, em que o envolvimento dos órgãos centrais da administração pública e, em particular do Turismo de Portugal, I.P., na sua qualidade de autoridade turística nacional, em articulação com as instâncias nacionais do Sistema Português da Qualidade, surge como decisivo para apoiar e enquadrar as iniciativas do sector privado.

A intervenção da administração central permite ainda harmonizar critérios e projectar uma imagem global da qualidade do destino Portugal e das marcas regionais, criando referenciais e beneficiando todos os intervenientes no sector.

No sentido de responder a esta preocupação, o Turismo de Portugal, I.P., tem colaborado com o Sistema Português de Qualidade, em questões de normalização no domínio do turismo, presidindo à Comissão Portuguesa de Normalização para o Turismo – CT 144 –, estrutura que acompanha e valida o processo europeu de normalização e através da qual Portugal aderiu ao Comité Técnico para os Serviços Turísticos – TC 228 –, criado em 2005, no âmbito da International Organization for Standardization (ISO).

A relevância desta temática justificou ainda a inclusão no Plano Estratégico Nacional do Turismo de um Programa de Qualidade para o Turismo que permita, através da definição de standards de qualidade turística para destinos, produtos, organizações, serviços e recursos humanos, que Portugal se posicione como destino de elevada qualidade de serviço no contexto internacional.

Por fim, salienta-se que Portugal assegura, através do Turismo de Portugal, I.P., a Presidência do Comité para a Qualidade e Comércio da OMT.

 in http://www.turismodeportugal.pt/

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